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Como escolher o casal certo para Reproduzir

O passo mais fundamental na obra de bettas é obter um casal sadio com as qualidades que você apreciaria de analisar nos filhotes. Adotar machos e fêmeas com cores e barbatanas semelhantes irá criar melhores resultados que um casal agregado (ou seja, coloração distinto, distinto forma de barbatana). A idade ideal para a apógrafo do peixe betta é no momento em que eles estão entre 6 a 12 meses de idade.

 

Preparando o aquário ideal para o Acasalamento

Você vai necessitar de um tanque aberto (pelo pouco 15 litros de agua), com uma tampa e luz. Não coloque pedras ou cascalho no fundo do aquário, uma vez que os ovos são capazes de ficar presos por baixo deles. Mantenha a temperatura da água sobre 27 graus Celcius (pode utilizar um aquecedor). Esta é a temperatura ideal para o acasalamento do peixe beta.

Você vai necessitar também colocar uma tampa de plástico ou um bela de taça de esferovite aflito para que o amante produza o abrigada de bolhas por baixo. Adicione similarmente ervas de plástico no aquário de apógrafo para que a mulher possa se ocultar no momento em que preciso. O nível de água no açude precisa ficar entre 10 e 13 centímetros para deixar que os alevinos desenvolvam seu sistema respiratório de modo correto.

 

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Condicionando o Casal de Peixes

Bettas são naturalmente agressivos e não permitirão que qualquer outro peixe chegue próximo. Por isto, é preciso condicionar os bettas na momento da apógrafo para se acostumarem um com o outro. Alimente-os bem por uma semana, de preferência com alimentos vivos (camarão, lagarta de abelha-mosquito etc) e mantenha a água bastante aberta. Permita que amante e mulher possam se analisar ao longo 2 dias (em aquários separados), em seguida, remova a mulher da ideia do amante antes de colocá-lo no açude de obra.

Colocar o amante primeiro no aquário de apógrafo. Deixe que ele se acostume com seu adjacência ao longo por volta de uma momento ou mais. Em seguida, introduza a mulher, colocando-a em uma botelha de plástico ou vidro acessível de forma que o amante não possa alcançá-la. Eles precisam mostrar um ambição um pelo outro, e o amante precisa iniciar a realizar o abrigada de bolhas.

 

Colocando Macho e fêmea no aquário para reproduzir

Depois de o amante desenvolver o abrigada de bolhas, solta-se a mulher observando o comportamento deles. O amante vai experimentar persuadi-la para baixo do abrigada. Se o amante for bastante agressivo, dando mordidas e arrancando nadadeiras, deve-se comprometer-se a mulher por mais um tempo e experimentar de novo mais tarde. Caso não dê certamente, a mulher escolhida precisa ser trocada por outra. O abraçamento nupcial.

Após abraçar o aceno, a mulher irá para baixo do abrigada em direção ao amante. Nessa momento, o amante dará o “abraçamento nupcial” (Foto acima), que consiste no acasalamento dos peixes beta, no momento em que o amante pressiona a mulher, expulsando seus óvulos e, ao inclusive tempo, fertilizando-os com seus espermatozóides. O Betta é uma natureza ovípara, ou seja, os óvulos expelidos pela mulher são fecundados na água e se desenvolvem fora da abdômen da mãe.

 

Os Ovos e separação da fêmea

Os ovos cairão até o fundo no qual o amante os pegará com a boca, colocando com atenção um a um dentro das bolhas do abrigada. Algumas fêmeas auxiliam o amante no processamento de abrigo dos ovos fertilizados, porém isto não é uma execução bastante comum. Este cerimonial deverá se repetir por diversas horas. Frequentemente são expelidos de 100(ORIGINAL)|100 (CEM)|CEM} a 600 ovos, dependendo da idade e do dimensão da mulher.

Depois da desova, deve-se remover de imediato a mulher com atenção para que o abrigada com ovos não seja arruinado, uma vez que o amante pode ficar agressivo na esforço de abiscoitar a descendência. Na maior parte das vezes, a mulher, depois da desova, vai para o cantiga adverso ao abrigada, sendo mais possível retirá-la sem muita agitação na água. Depois de 20 dias mais ou menos, essa mulher já está apta à apógrafo.

 

Como cuidar dos Filhotes / Alimentando a Prole

Este é um dos principais complicações enfrentados por criadores, uma vez que é uma exercício que ação tempo e aplicação. Uma refeição variada e com alta freqüência de meneio é de essencial valia para a preservação da descendência. Há diversos tipos de alimentos que são capazes de ser administrados aos alevinos,Através do quinto dia de vida, eles começam a abraçar refeição exógena. Os mais usados são: infusórios, paramécios, branchonetas, artêmias, gema de ovo, farinha de minhoca e farinha de salmão. A seguir, descreve-se um modelo de refeição empregado por alguns criadores alcançando-se bons resultados.

Nos 3 primeiros dias depois de a absorvimento do saco vitelino, alimentam-se os alevinos 3 ou quatro vezes ao dia em pequenas quantidades. Pela manhã, infusórios e artêmia recém-eclodida;à tarde, microvermes, e, à noite, de novo artêmia. Caso a água comece a parecer turva, certamente está ocorrendo uma superalimentação dos peixes ou está na momento de realizar uma troca parcial de água.

Depois de 3 dias nessa regime, cessa-se o abastecimento de infusórios e microvermes, porém continua-se com a artêmia recém-eclodida por duas vezes ao dia. Eles continuam nessa regime até mais ou menos 2 meses de idade, no momento em que começam a alimentar-se mais alimentos vivos como blood-worms, enquitréia, tubifex, artêmias adultas, além de alimentação comercial, ficando a avaliação do altíssimo adotar a melhor forma de alimentá-los.

Trocas parciais de água precisam ser feitas a fim de moderar a qualidade da mesma, o que permitirá um desenvolvimento mais análogo e um melhor performance do agrupamento. Quanto mais trocas parciais forem realizadas, melhor será o performance dos alevinos. As trocas deverão ser feitas por meio de sifonamentos do fundo do aquário. Exige-se atenção redobrada nesse processamento para que não haja sifonamento dos peixes.